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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Remar. Re-amar. Amar.

Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também.Tá me entendendo? Eu sei que sim. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar. Caio Fernando Abreu

sábado, 29 de novembro de 2014

O barco, o Mestre e o Jonas...

...Hoje pela manha olhando algumas postagens, vi um vídeo do Pastor Claudio Duarte, pregando na eslavec, realmente, não vi toda a pregação, mas nos aproximadamente 3 minutos de pregação, ele falava em algo ligado ao ministério, direcionados aos lideres no tocante ao cuidado que deveriam ter na escolha de quem entra em seu ministério, e tomou como base a história encontrada no capitulo 1 do livro de Jonas. Enquanto ele falava, eu associava a outra área de nossa vida. é bem verdade que o texto é versátil, mas tomando como base a mesma linha de raciocínio, a bíblia não relata o nome do Mestre, e grosso modo, não tinha feito nada de errado, salvo: vender uma passagem para Jonas entrar em seu barco, o que lhe causou um maior transtorno, perdeu algumas bagagem, seu barco quase veio a pique. O texto é tomado como base para diversas canções e sermões, mas analisando nossas vidas, o que temos deixado entrar em nosso "barco"? mesmo que esteja no porão, mesmo que aparentemente ninguém esteja vendo, a voz da consciência fala mais alto, Deus está sondando tudo. será possível que precisará de um vento forte para sacudir o barco? Que tipo de bagagem estamos levando em nosso "barco"? que tipo de passageiro estamos transportando em nosso "barco"? ... O que precisa ser jogado para que o vento se acalme? ... A bíblia relata a historia de Isaías, que foi preciso alguém morrer para que o mesmo visse a gloria do Senhor: "No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono;" Isaías 6:1. ... quem? o que? precisamos eliminar de nossas vidas para que possamos ter uma "viagem" em paz, segundo a vontade de Deus? Examine-se, pois, o homem a si mesmo 1 Coríntios C11v28 Na paz: Dionizio Alves! p.s. antes de publicar resolvi assistir a pregação na íntegra, quem desejar segue o link: https://www.youtube.com/watch?v=N8Qm_FjFDpw

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O que é mais importante???

A VIDA NÃO É SOMENTE TRABALHO O que é importante na vida? É uma pergunta difícil de ser respondida. A cada tempo, a cada momento histórico, a cada idade podemos responder de forma diferente. Conta uma estória que certa vez, numa aula de filosofia, o professor queria demonstrar um conceito de vida aos seus alunos. Para isso, ele pegou um vaso grande e de boca larga e colocou dentro, primeiramente, algumas pedras grandes. Então, perguntou à turma:- “Está cheio?” E a turma respondeu em coro: - “Sim!!!!!!” Em seguida, o professor pegou um balde cheio de pedrinhas e as virou dentro do vaso. As pedrinhas se ajeitaram nos espaços entre as pedras grandes. Novamente, ele perguntou aos alunos: - “E agora, está cheio?” Desta vez, alguns estavam indecisos, mas a maioria respondeu: -“Sim!” Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a entorná-la dentro do vaso. A areia preencheu os espaços vazios entre as pedras grandes e as pedrinhas. E, pela terceira vez, o professor perguntou: - “E então, está cheio?” Agora, a maioria dos alunos estava desconfiada, mas, novamente, muitos responderam: - “Sim, agora está cheio.” Finalmente, o professor pegou um jarro com água e a despejou dentro do vaso. A água logo encharcou o restante que havia sido colocado dentro do vaso. Neste ponto, ele perguntou para a turma: - “Qual o objetivo desta demonstração?” Um dos alunos levantou a mão e respondeu: - “Não importa o quanto a agenda da vida de alguém esteja cheia, ele sempre irá conseguir espremer mais coisas dentro.” - “Não exatamente!”, respondeu o professor. “Somente quando você coloca, em primeiro lugar, as pedras grandes, conseguirá colocar mais lá dentro.” - “Vamos, experimente!”, disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras grandes, de pedrinhas, de areia e de água. O aluno começou colocando a água, depois a areia, depois as pedrinhas e, por último, tentou colocar as pedras grandes. Ele ficou surpreso porque elas não couberam dentro do vaso, pois já estava repleto com as coisas menores. Então, o professor explicou para todos: - “As pedras grandes são as coisas realmente importantes de suas vidas, de seu crescimento pessoal e espiritual, e de seu relacionamento com a família, com os amigos e com a sociedade. Quando vocês dão prioridade a isto e se mantêm abertos para as coisas novas, as demais coisas irão se ajustar por si só: suas obrigações (profissionais e outros afazeres), seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se vocês preencherem as suas vidas somente com as coisas pequenas, aquelas que são realmente importantes nunca terão espaço. Por isso, recomecem. Esvaziem os seus vasos e comecem a preenchê-los com as pedras grandes. Ainda é tempo! Sempre é!”. E para você o que é o mais importante na vida? Quais são as pedras grandes que dão o alicerce firme para o bem viver? Aprenda esquecer um pouco, para arejar a cabeça. Curta sua carreira e aproveite as fases, sejam elas boas ou ruins. Trabalhar é o que você mais faz na vida, então viva intensamente! (Autor desconhecido por mim)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Leis da guerra na selva! Seeeelva!!!

quem conhece sabe que o rio em frente é uma montagem. Ai esta a casa onde servir por 3 anos 1 mês e 1 dia... 2006,2007 e 2008. Espero que se cumpra uma parte da oração do porco imundo: " e o suor que aqui derramei, foi para meu sangue poupar" seeeeelva!!! Hoje, estava relendo as leis da guerra na selva: *Tenha a iniciativa, pois não receberá ordens para todas as situações; *Tenha em vista o objetivo final; *Procure a surpresa por todos os modos; *Mantenha seu corpo, armamento e equipamento em boas condições; *Aprenda a suportar o desconforto e as fadigas sem queixar-se e seja moderado em suas necessidades; *Pense e aja como caçador, não como caça; e *Combata sempre com inteligência e seja o mais ardiloso. (Ten Cel Inf QEMA Gélio Augusto Barbosa Fregapani) mesmo que selva do cotidiano, ela nos servirá de alguma forma

quarta-feira, 4 de julho de 2012

TÊNIS X FRESCOBOL - Rubem Alves

...Outro dia mexendo em algumas folhas la no meu trabalho, encontrei esse texto de Rubens Alves, segue abaixo: Tênis x Frescobol Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa. Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: ‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?\' Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’ Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra - é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: ‘Eu te amo, eu te amo...’ Barthes advertia: ‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo\' não quer dizer mais nada.’ É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’ O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada - palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro. O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra - pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir... E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos... A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá... Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis: ‘Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: ‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\'. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida\'. A situação está salva e o ódio vai aumentando.’ Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão... O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde. Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem - cresce o amor... Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim... ...que alguma lição possa nos trazer até mais!!!

sábado, 7 de abril de 2012

pensamentos = M Nigro


Cante, dance, pule, grite, brigue, faça as pazes, chore, sorria, estude, fique para recuperação, sofra por amor, ame, beije, abrace, faça amizades, tenha ilusões, sonhe, ande, emagreça, engorde, fale palavrão, ganhe, perca, corra, pare...
Enfim... SORRIA.
Sorria até mesmo que seja com um sorriso triste, mais triste que um sorriso, é a tristeza de não saber sorrir.
Se tiver que amar, ame hoje.
Se tiver que sorrir, sorria hoje.
Se tiver que chorar, chore hoje.
O importante é viver o HOJE.
O ontem já foi...
...o amanhã talvez não venha.
Ame, apaixone-se, erre. Erre quantas vezes forem necessárias.
O fim nem sempre é o final, a vida nem sempre é real, a roda nem sempre é gigante, o passado nem sempre passou, o presente nem sempre ficou, o hoje nem sempre é agora. O tempo... já dizia o poeta, O TEMPO NÃO PARA!
Se for para esquentar, que seja com o sol, se for para enganar que seja o estomago se for para chorar que se chore de alegria, se for para mentir que seja a idade, se for para roubar que se roube um beijo, se for para perder, que seja o medo, se for para cair, que seja na gandaia, se existir guerra, que seja de travesseiros, se existir fome, que seja de amor, se for para ser feliz que seja ETERNAMENTE, mesmo que seja para acabar, QUE SEJA ETERNO ENQUANTO DURE.
Não sei se estou perto ou longe demais
Se peguei o rumo certo ou errado.
Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente.
Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição.
E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria saber que já não sou o mesmo de ontem me faz perceber que valeu a pena.
Sorria sempre...
Não de aos desavisados da pessoa maravilhosa que você é, e por não saberem disso te odeiam o prazer de te ver triste, e para dar aos que te amam como eu, a certeza de que és feliz.
Não chores porque acabou, sorria porque aconteceu.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

...quando me amei...-Desconhedido


...quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. hoje chamo isso de amadurecimento...

quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. hoje sei que o nome disso é respeito...

quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me deixasse para baixo. nao é egoismo e sim amor Próprio

(desconhecido por mim)